Matrícula atualizada do imóvel – para identificar possíveis ônus, hipotecas ou penhoras.
Certidões negativas – que confirmam se não há processos ou dívidas vinculadas ao imóvel ou ao vendedor.
Contratos particulares – que precisam estar adequados à legislação vigente e sem cláusulas abusivas.
Documentação da construtora ou incorporadora – nos casos de imóveis na planta, garantindo que a empresa esteja regularizada.
Histórico de propriedade – para confirmar se não há disputas de posse ou ações de usucapião em andamento.
